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«Há clubes que fazem tudo para vencer, para se autoproclamarem vencedores, e que transgridem as regras de forma obscena. Uma das coisas mais surpreendentes de tudo isto é a repetição nos nomes das equipas. São quase sempre as mesmas: Juventus, FC Porto...» - Santiago Segurola, director-adjunto do jornal A Marca

8 de outubro de 2010

Fiz a minha parte! E Tu!?


Conforme o repto lançado pela Tertúlia Benfiquista, na pessoa de Pedro F. Ferreira, enviei o seguinte email para a RTP e para o Programa Trio d´Ataque:

Boas tardes

Assisti à cena caricata do Sr. Rui Moreira abandonar o programa, desrespeitando todos os telespectadores, assim como quem lhe paga, e não deve de ser o ordenado mínimo por mês!
O Sr. António Pedro Vasconcelos decidiu, e a meu ver muito bem, trazer à discussão o tema das escutas colocadas no You Tube. Todos sabemos que a divulgação das mesmas é ilegal, isso já foi amplamente discutido, importante seria discutir o teor das mesmas, e isso é algo que a generalidade da Comunicação Social decidiu abster-se. O comportamento do Sr. Rui Moreira é típico dos adeptos do clube assumidamente corrupto, por isso é algo que até nem devemos estranhar.

Segundo noticia o Correio da Manhã, o Sr. Rui Moreira deverá ser substituído no programa, o que até me parece correcto tendo em conta a atitude dele, agora é inadmissível que tentem "correr" com o Sr. Vasconcelos! Caso isso aconteça, será a prova que faltava para realmente termos a certeza que quem manda na RTP, especialmente na secção do Norte, é a mesma pessoa que manda no clube assumidamente corrupto!

Já agora, acho que seria de bom tom atribuírem um Dragão de Ouro ao moderador do referido programa. Os seus préstimos em defesa do clube condenado por corrupção têm sido inexcedíveis!!

Fiquem Bem
 
Defendam o Benfica, assim como aqueles que podem ser prejudicados por o defenderem. Não vamos deixar cair um dos nossos!
Entupam estes email´s com o vosso protesto:

- RTP - Mensagens
[no campo “assunto” escolham “informação” e preencham o formulário]

- RTP – Provedor

- RTP – Trio de Ataque

Fiquem Bem(fica)!

7 de outubro de 2010

Entrevista a António Boronha

A edição impressa d´A Bola publica hoje uma interessante entrevista a António Boronha,  ex-vice-presidente da FPF, que foi o primeiro a publicar a frase de Carlos Queiroz, na Covilhã, que levou ao processo de despedimento do seleccionador. Escreve um blogue com algumas ideias interessantes e sem papas na língua, aqui ficam alguns excertos de uma entrevista que vale a pena ler na integra:

— É verdade que o blogue nasce de uma brincadeira? De um desafio feito pelo seu filho, quando ainda tinha 13 anos de idade?

— É verdade. Ele já tinha feito três blogues. Fiz uma primeira tentativa que mereceu uma crítica muito severa: «Isso que estás a fazer não é nada!» Enchi-me de brio e fiz um blogue a sério.

— Tudo mudou quando o blogue vira para o futebol?

— O blogue nasce a fugir do futebol. Mas os leitores convergiam na observação: «Fala mas é de futebol, deixa-te de tretas.»

— Quando nota que se dá o salto quantitativo?

— Quando, dois meses depois, descobri que tinha atingido 200 e tal leitores. A razão foi simples, em A BOLA tinham colocado uma referência à minha nova situação. Há duas semanas o blogue chegou aos 12 mil visitantes diários. É um dos blogues mais lidos nem Portugal.

— E surge a ameaça ao blogue.

— Surge, porque o blogue cada vez tem mais leitores e mais opinião. Não sou ingénuo, sei que passei a ser incómodo para algumas pessoas.

— Mesmo afastado do futebol...

— A mim próprio me surpreende, que há oito anos afastado dos bastidores e do cerne das decisões, continue a ter a capacidade de intervir e opinar sobre assuntos do futebol. Isso não abona muito a meu favor, abona mais em desfavor de quem lá está e continua a decidir como decidia há dez anos, usando os mesmos truques e as mesmas alianças espúrias.

— E o que é preciso mudar?

— As pessoas. Há quem diga que no futebol não devemos fulanizar as questões. Se não fulanizarmos não vamos a lado nenhum. O sistema reside em pessoas. E são as mesmas que lá estavam na década de 90. As pessoas poderiam ser as mesmas com novas virtudes mas não, são as mesmas com os mesmos defeitos.

— O que pensa dele (Madail)?

— Entendo que está esgotado. Vê-se. Até para bem dele e como amigo, digo-lhe: descanse, saia de cena! As suas intervenções públicas são penosas.

— O que fez Madail de positivo?

— Algumas coisas fez para bem do futebol, mas tem feito muita coisa para bem dele. Agora até o círculo de amigos diz que não pode sair da FPF, porque não podemos perder o lugar na UEFA. Não sei que grande papel desempenha Madail na UEFA!

— E quem manda no futebol português. a Liga, a FPF, Jorge Mendes, Joaquim Oliveira?

—Joaquim Oliveira é indiscutivelmente um interveniente com muito peso no futebol português. Não podemos esquecer o peso que o fulano Joaquim Oliveira e o sicrano Jorge Mendes têm no futebol português. Têm enorme poder de intervenção, de uma forma mais abrangente o Joaquim Oliveira. Do poderio económico que desta malha que Joaquim Oliveira, nos últimos 25 anos, teceu no futebol português, os resultados estão à vista. Gilberto Madail não pode ir contra as opiniões de Joaquim Oliveira, porque é ele quem tem contracto com a FPF,. Joaquim Oliveira tem peso. A questão é de saber se ele e Jorge Mendes exercem esse peso no bom sentido ou no mau sentido. Não sou juiz para os julgar, mas que o podem fazer podem e que o fazem também não tenho duvidas sobre isso. Quem manda no futebol português são dez indivíduos. E têm nome.

É bom não esquecer que António Boronha já fez parte da FPF, é alguém que por lá já andou, portanto saberá bem do que fala…

Carta aberta de José Mourinho

Agora que o campeonato parou, é tempo de olhar para a selecção nacional, esperar que ainda se vá a tempo de conseguir o apuramento e acima de tudo esperar que a selecção nacional volte a ser selecção de todos nós. Nem a propósito, José Mourinho publicou uma carta aberta no site da Associação Nacional de Treinadores que vale bem a pena  ler e que O Alguidar aqui deixa na integra:

Sou português há 47 anos e treinador de futebol há dez. Sendo assim, sou mais português do que treinador. Posto isto, para que não restassem dúvidas, vamos ao que importa…

As Selecções Nacionais não são espaços de afirmação pessoal, mas sim de afirmação de um País e, por isso, devem ser um espaço de profunda emoção colectiva, de empatia, de união. Aqui, nas selecções, os jogadores não são apenas profissionais de futebol, os jogadores são além disso portugueses comuns que, por jogarem melhor que os portugueses empregados bancários, taxistas, políticos, professores, pescadores ou agricultores, foram escolhidos para lutarem por Portugal. E quando estes eleitos a quem Deus deu um talento se juntam para jogar por Portugal, devem faze-lo a pensar naquilo que são - não simplesmente profissionais de futebol (esses são os que jogam nos clubes), mas, além disso,  portugueses comuns que vão fazer aquilo que outros não podem fazer, isto é, defender Portugal, a sua auto estima, a sua alegria.

Obviamente há coisas na sociedade portuguesa incomparavelmente muito mais importantes que o futebol, que uma vitória ou uma derrota, que uma qualificação ou não para um Europeu ou um Mundial. Mas os portugueses que vão jogar por Portugal -  repito, não gosto de lhes chamar jogadores -  têm de saber para onde vão, ao que vão, porque vão e o que se espera deles.

Por isso, quando a Federação Portuguesa de Futebol me contactou para ser treinador nacional, aquilo que senti em minha casa foi orgulho; do que me lembrei foi das centenas e centenas de pessoas que, no período de férias, me abordam para me dizerem quanto desejam que eu assuma este cargo. Isto levou-me, pela primeira vez na minha vida profissional, a decidir de uma forma emocional e não racional, abandonando, ainda que temporariamente, um projecto de carreira que me levou até onde me levou.

Desculpem a linguagem, mas a verdade é que pensei: Que se lixem as consequências negativas e as críticas se não ganhar; que se lixe o facto de não ter tempo para treinar e implementar o futebol que me tem levado ao sucesso; por Portugal, eu vou!

E é isto que eu quero dizer aos eleitos para jogar por Portugal: aí, não se passeia prestigio; aí, não se vai para levar ou retirar dividendos; aí, quem vai, vai para dar; aí, há que ir de alma e coração; aí, não há individualidades nem individualismos; aí, há portugueses que ou vencem ou perdem, mas de pé; aí, não há azias por jogar ou por ir para o banco; aí, só há espaço para se sentir orgulho e se ter atitude positiva.

Por um par de dias senti-me e pensei como treinador de Portugal. E gostei. Mas tenho que reconhecer que o Real Madrid é uma instituição gigante, que me «comprou» ao Inter, que me paga, e que não pode correr riscos perante os seus sócios e adeptos. Permitir que o seu treinador, ainda que por uns dias, saísse do seu habitat de trabalho e dividisse a sua concentração e as suas capacidades era impensável.

Creio, por conseguinte, que o feedback que saiu de Madrid e chegou à Federação levou a que se anulasse a reunião e não se formalizasse o pedido da minha colaboração.

Para tristeza minha e frustração do presidente Gilberto Madail.

Mas, sublinho, agora já a frio: foi e é uma decisão fácil de entender. Estou ao leme de uma nau gigantesca, que não se pode nem se deve abandonar por um minuto. O Real decidiu bem.

Fiquei com o travo amargo de não ter podido ajudar a Selecção, mas fico com a tranquilidade óbvia de quem percebe que tem nas suas mãos um dos trabalhos mais prestigiados no mundo do futebol.

Agora, Portugal tem um treinador e ele deve ser olhado por todos como «o nosso treinador» e «o melhor» até ao dia em que deixar de ser «o nosso treinador». Esta parece-me uma máxima exemplar: o meu é o melhor! Pois bem, se o nosso é Paulo Bento,  Paulo Bento é o melhor.

Como português, do Paulo espero independência, capacidade de decisão, organização, modelagem das estruturas de apoio, mobilização forte, fonte de motivação e, naturalmente, coerência na construção de um modelo de equipa adaptada as características dos portugueses que estão à sua disposição. Sinceramente, acho que o Paulo tem condições para desenvolver tudo isso e para tal terá sempre o meu apoio. Se ele ganhar, eu, português, ganho; se ele perder, eu, português, perderei. Mas eu também  quero ganhar.

No ultimo encontro de treinadores que disputam a Champions League,  quando questionado sobre o poder dos treinadores nos clubes, ou a perda de poder dos treinadores face ao novo mundo do futebol, sir Alex Fergusson disse (e não havia ninguém com mais autoridade do que ele para o dizer!) que o poder e a liderança dos treinadores depende da personalidade dos mesmos, mas que depende muitíssimo das estruturas que os rodeiam. Clubes e dirigentes fragilizam ou solidificam treinadores.

Eu transponho estas sábias palavras para a selecção nacional: todos, mas todos, neste país devem fazer do treinador da selecção um homem forte e protegido. E quando digo todos, refiro-me a dirigentes associativos, federativos e de clubes, passando pelos jogadores convocados e pelos não convocados, continuando pelos que trabalham na comunicação social e terminando nos taxistas, políticos, pescadores, policias, metalúrgicos, etc.  Todos temos de estar unidos e ganhar. E se perdermos, que seja de pé.

Mas, repito, há coisas incomparavelmente mais importantes neste país que o futebol. Incomparavelmente mais importantes… Infelizmente!

Aproveito esta oportunidade para desejar a todos os treinadores portugueses, aos que estão em Portugal e aos muitos que já trabalham em tantos países de diferentes continentes, uma época com poucas tristezas e muitas alegrias.

Ao Xico Silveira Ramos, manifesto-lhe a minha confiança no seu cargo de Presidente da ANTF.

Um abraço a todos.

José Mourinho

6 de outubro de 2010

Movimento Vamos Impugnar os Campeonatos Corrompidos



A Gloriosasfera, que tanto tem ajudado à divulgação daquilo que todos nós escrevemos, lançou este movimento com o intuito de combater a corrupção! Seria de esperar uma enorme adesão por parte dos bloggers e dos benfiquistas...infelizmente alguns (muitos) preferem somente dizer mal disto ou daquilo, criticar o que os corruptos dizem ou fazem, mas quando são "chamados" a se a organizar e a combater aquilo que tanto criticam e apontam... FECHADOS PARA OBRAS!

Nunca que me esqueço daqueles que me fazem bem (gloriosasfera), por pouco ou por mais insignificante que tenha sido a ajuda, por isso, e a partir de hoje, este blogue junta-se a esta LUTA! Estaremos disponíveis para o que for preciso e divulgaremos, juntamente com o MVICC, todas as iniciativas que venham a ser propostas e aceites para defender o Futebol Português desta gentalha corrupta!

Por uma Liga de Futebol limpa e arejada!

Peço a todos os Benfiquistas que visitam este espaço para verem o site do MVICC aqui!

E não se esqueçam de aderir, porque mais um nunca é demais!

Fiquem Bem(fica)! Sempre!

Os "ratos" são os primeiros a abandonar o navio...




Quando a real "verdade desportiva" existente neste País é, mais uma vez, revelada, O COVARDE fugiu...

4 de outubro de 2010

O Escândalo continua…

Seis novas escutas,no âmbito do processo Apito Dourado, divulgadas no Youtube, que continuam a mostrar a tamanha corrupção que existe para as bandas de Contumil!

Especial atenção para a 6ª escuta, onde ouvimos Joaquim Oliveira a tratar Pinta da Costa por “Mestre”… Ainda há dúvidas sobre se a nossa direcção deve ou não renovar o contracto com a Olivedesportos???